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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
museu de cananeia litoral sul de sp
estive em cananeia para comprovar existência desse tubarão branco gigante e devo admitir é impressionante ele é enorme ......
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
golfinhos e botos
Chegam a 37 espécies descritas entre golfinhos e botos tanto de água salgada como de água doce. Vivem cerca de 35 anos. O período de gestação dura dez meses. Podem medir desde um metro e meio até 3 metros e meio. São dóceis e brincalhões e apreciam a companhia humana. Alguns são mais arredios. Com uma única narina no alto crânio, o boto pode renovar 90% do volume de ar cada vez que inspira. Num único mergulho, o golfinho é capaz de submergir por 20 minutos até 300 metros de profundidade. Os golfinhos conseguem nadar a velocidades de até 40 Km/h, graças a um efeito aerodinâmico que eles alcançam contraindo a pele e formando dobras que diminuem as turbulências. Alimentam-se de diversas espécies de peixe. Alguns preferem lulas e outros moluscos e camarão.
tartaruga verde
A Chelonia mydas, conhecida popularmente como tartaruga verde, aruanã ou uruanã, é herbívora e habita pastagens tropicais e subtropicais das bacias oceânicas do planeta.
Enquanto filhote a espécie é onívora com tendências a carnivoria; torna-se completamente herbívora a partir dos 25-35 cm de casco. Elas se alimentam de algas e monocotiledôneas marinhas, havendo uma predominância de um dos itens quando são mais abundantes do ambiente em que se encontram; podem também apresentar hábitos oportunistas em relação ao alimento.
As maiores colônias desta espécie se nidificam no Suriname, Austrália, Nova Caledônia e Costa Rica. No Brasil, ilhas oceânicas são as principais áreas de desova desta espécie; Trindade (ES) se destaca pelo maior sítio reprodutivo da espécie; em segundo lugar fica o Atol das Rocas (RN) seguido por Fernando de Noronha, onde tem apresentado redução drástica no número de desovas devido à exploração humana.
Sua morfologia para identificação se compõe por 4 pares de placas laterais justapostas na carapaça podendo chegar a medir 115,5 cm quando adultos e pesar até 230 kg. A coloração é verde acinzentada nos adultos, com o ventre branco, enquanto que os filhotes possuem o dorso preto e o ventre branco. Sua cabeça possui 1 par de placas pré frontais e 4 pares pós orbitais, o bico córneo é pouco serrilhado, e possuem a cabeça mais arredondada em relação às outras espécies.
As fêmeas da espécie tem a biometria similar nos três sítios reprodutivos, sendo a média de 115 cm do comprimento curvilíneo do casco, com uma variação de 100 a 134 cm. As desovas geralmente começam no início de dezembro obtendo um pico reprodutivo nos meses de fevereiro e março, indo até junho quando nascem os últimos filhotes, podendo ocorrer de uma até onze posturas por fêmeas com intervalos de 10 a 13 dias, sendo que o mais comum é a realização de quatro posturas por temporada reprodutiva. A quantidade usual de ovos por ninho é de 122, podendo ocorrer uma variação de 50 a 193.
Após uma temporada reprodutiva a fêmea pode ficar até 3 anos sem realizar uma nova postura, onde ocorre a remigração reprodutiva; o tempo de incubação dos ovos podem variar de 50 a 53 dias, sendo que o percentual de eclosão é de 73%.
As principais ameaças para a espécie estão ligadas à captura incidental na pesca, redução da principal fonte alimentar, caça, ocupação desordenada dos ambientes de desova e a poluição marinha.
Devido a essas grandes ameaças foram criadas estratégias de conservação para tentar minimizar os impactos causados para as tartarugas marinhas, como: monitoração das áreas de desova, podendo garantir assim a proteção dos ninhos in situ, proteção legal das áreas de desova, manutenção de programas de marcação e recaptura, estudos genéticos que busquem a determinação das rotas migratórias dos adultos, criação de corredores ecológicos marinhos, continuidade de ações educativas das comunidades costeiras e o desenvolvimento de medidas publicas a fim de que possa minimizar a captura incidental dos diferentes tipos de pesca.
tartaruga-de-pente
Tartarugas da espécie Eretmochelys imbricata são conhecidas como tartaruga-de-pente ou tartaruga-verdadeira, considerada a mais tropical de todas as tartarugas marinhas devido a sua distribuição geográfica. Esta espécie pode chegar a pesar em torno de 80 kg. O nome tartaruga-de-pente foi dado em razão da fabricação de pentes, armações de óculos e outros artefatos com o casco da tartaruga.
A carapaça possui 4 pares de placas laterais imbricadas (sobrepostas), sua coloração é marrom com manchas amareladas e seu ventre possui a coloração amarelo claro, sua cabeça possui 2 pares de placas pré-frontais e 3 pares de placas pós-orbitais; seu casco pode chegar a 100 cm de comprimento em média.
Assim como na maioria das espécies, as principais ameaças são as constantes descaracterizações dos habitats, pescaincidental e poluição dos ambientes marinhos. A urbanização demasiada na linha costeira onde há desovas da espécie gera grandes problemas como fotopoluição, predação por animais domésticos e alteração das características naturais das praias de desovas. A poluição dos oceanos gera grandes problemas devido a ingestão de resíduos sólidos que acarretam o risco de doenças e até mesmo a morte destes animais.
Sua distribuição está entre as regiões do Atlântico Central e do Indo-Pacifico, são encontradas também nas áreas de desova que ficam perto de recifes de corais e dispersas em praias da Península de Yucatan (México), em ilhas do Caribe, Indonésia e em ouras ilhas do Pacífico e Índico; já no Brasil podem ser encontradas no litoral norte da Bahia, Rio Grande do Norte e há ocorrências esporádicas no Espírito Santo, Sergipe e Ceará.
Quando filhotes, vivem em associação com bancos de algas do gênero Sargassum, podendo também sealimentar de pequenos crustáceos. Parte de sua fase juvenil desta espécie é onívora, durante este período sealimentam de ovos de peixes, cnidários, moluscos, ouriços e corais. Juvenis maiores e adultos possuem o bico córneo mais desenvolvido, por este motivo sua dieta alimentar passa a ser mais especializada, podendo ingerir esponjas.
Normalmente a E. imbricata apresenta alta fecundidade – em cada postura realizada pelas fêmeas são depositados nos ninhos de 120 a 130 ovos, e podem realizar várias posturas por temporada reprodutiva. O intervalo entre as temporadas reprodutivas é de aproximadamente 2 anos e 11 meses. Como em todas as espécies de tartarugas marinhas, a mortalidade de filhotes e juvenis é alta, sendo que a cada 1.000 ovos apenas um ou dois filhotes conseguem sobreviver até a fase adulta.
A medusa (Cyanea lamarchi)- mãe d’água e água-viva
A medusa (Cyanea lamarchi), também chamada de mãe d’água e água-viva, alforrecas, são formas de vida livre dos cnidários adultos, pertencentes às classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa. Quase todas as medusas habitam os oceanos.
Seu corpo apresenta simetria radial, formado por duas camadas de células: a epiderme (exterior) e a gastroderme (interior); entre elas existe uma massa gelatinosa, denominada mesogleia e abertura para o exterior. O formato de seu corpo pode variar desde um disco achatado até uma campânula quase fechada; nos bordos livres desse disco, que pode ser fendida, lisa ou ondulada, esses animais possuem coroas de tentáculos formados por células urticantes, conhecidas por cnidócitos. Essas células podem injetar um espinho que contém uma toxina (nematocisto). A boca é encontrada em um tubo curto que pende do centro do corpo, sendo que as margens desse tubo dão origem a quatro projeções em cachos, denominados braços orais.
A reprodução das medusas é do tipo sexuada. Os ovos que resultam da fecundação se desenvolvem em pequenos pólipos, que ficam presos no fundo do mar. Através do brotamento, os pólipos evoluem para medusa. Quando atingem o tamanho necessário, elas se libertam do pólipo e se transformam em animais adultos.
As medusas pertencentes à classe Scyphozoa e da ordem Rhizostomae são utilizadas na alimentação do homem. O colágeno existente nesses animais é utilizado em pesquisas científicas, como, por exemplo, no tratamento da artrite reumatóide.
Medusas da classe Scyphozoa, geralmente, não possuem picada fatal. Todavia, as da classe Cubozoa, podem levar à morte. Quando uma pessoa é atacada por qualquer espécie de medusa, deve receber os primeiro socorros imediatamente, primeiramente, retirando a pessoa da água, para evitar seu afogamento. Caso a pessoa apresente sintomas de choque anafilático, ajuda especializada deve ser procurada imediatamente.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Medusa_(animal)
http://www.colegioweb.com.br/biologia/medusa.html
http://www.klickeducacao.com.br/enciclo/encicloverb/0,5977,POR-12618,00.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Medusa_(animal)
http://www.colegioweb.com.br/biologia/medusa.html
http://www.klickeducacao.com.br/enciclo/encicloverb/0,5977,POR-12618,00.html
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Fatores de distribuição de organismos marinhos
Fatores de distribuição de organismos marinhos
Um dos temas de pesquisa mais ativos na biologia marinha é a descoberta e o mapeamento dos ciclos de vida das várias espécies, as zonas onde os seus membros passam a vida, o modo como as correntes oceânicas os afetam e os efeitos da miríade de outros factores oceânicos no seu crescimento e bem-estar. Só recentemente foi possível desenvolver este tipo de trabalho com a ajuda de tecnologia de GPS e de câmaras subaquáticas.
A maior parte dos organismos marinhos reproduz-se em locais específicos, põe os ovos noutros locais, passa o seu tempo de juvenil ainda em outros locais e a maturidade noutros locais ainda. Durante bastante tempo, os cientistas não fizeram qualquer ideia sobre a localização de muitas espécies durante certos períodos dos seus ciclos de vida. De facto, as zonas por onde as tartarugas-marinhas viajam ainda são bastante desconhecidas. Instrumentos de seguimento não funcionam para algumas formas de vida e os rigores do oceano não são amigos da tecnologia. Mas em muitos casos, estes factores limitativos estão a ser ultrapassados.
Biologia marinha é o estudo dos organismos
Biologia marinha é o estudo dos organismos que vivem em ecossistemas de água salgada e das relações entre eles e com o ambiente.
Os oceanos cobrem mais de 71% da superfície da Terra e, assim como o ambiente terrestre é diverso, os oceanos também o são. Por isso encontramos as mais diferentes formas de vida no mar, desde o plâncton microscópico, incluindo o fitoplâncton, de enorme importância para a produção primária no ambiente marinho, aos gigantes cetáceos como as baleias.
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